Parasitológico de fezes

26 mar 2012 Exames, P

MÉTODO H.P.J. – HOFFMAN, PONS E JANER (MOD.)

Comentários

Utilizado para identificação das diversas infestações parasitárias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protozoários) e na triagem das infecções intestinais. A intensidade do parasitismo influi no número de formas parasitárias eliminadas. É recomendável o exame de fezes em três amostras colhidas em dias diferentes, pois a ausência de parasitas em uma amostra de fezes não elimina a possibilidade da presença do mesmo no organismo.

Método

H.P.J. (Hoffman – Pons e Janer) – Método de Lutz, com centrifugação e sedimentação espontânea

Condição

Fezes recente (sem conservantes). Cerca de metade do volume do frasco próprio para fezes.

Não colher as fezes após ingerir contraste radiológico.

Evitar a contaminação das fezes com a urina.

Enviar rapidamente ao laboratório.

MÉTODO BAERMANN E MORAES (MOD.)

Comentários

É específico para o isolamento de larvas de estrongilóides e acompanhamento do tratamento.

Método

Baermann e Moraes

Condição

Fezes recente (sem conservantes). Cerca de metade do volume do frasco próprio para fezes.

Não deve-se colher material muito liqüefeito.

Enviar rapidamente ao laboratório.

MÉTODO M.I.F.

Comentários

Usado para isolamento de ovos, cistos e trofozoítos. As amostras são colhidas e acondicionadas com M.I.F. (mercúrio, iodo e formol) em 3 a 5 dias, consecutivos ou alternados, ou conforme orientação médica.

Método

Concentrado – H.P.J. (Hoffman – Pons e Janer) – Método de Lutz

Condição

Amostras colhidas no M.I.F. de 3 a 5 dias – Conforme Orientação Médica

Retirar uma pequena quantidade de fezes (em torno de 5 gramas) do bolo fecal e colocar no frasco contendo M.I.F.

Evitar contaminação das fezes com urina.

Não é necessário refrigerar a amostra.

Fornecemos frascos, soluções conservantes e fixadoras, sem qualquer ônus.

MÉTODO KATO KATZ

Comentários

Permite identificação e a quantificação por grama de fezes das infestações por alguns helmintos (Ascaris lumbricoides, Necator americanus, Schistosoma mansoni, Trichuris trichura, Taenia sp, Enterobios vermiculares e Strongyloides stercoralis). Cistos de protozoários podem não ser identificados por este método. A sua execução pode ser inviável em fezes diarréicas.

Método

Kato Katz (qualitativo e quantitativo)

Condição

Fezes recente (sem conservantes). Cerca de metade do volume do frasco próprio para fezes.

Não colher amostras liquefeita (diarréica).

Enviar rapidamente ao laboratório.

MÉTODO DIRETO A FRESCO

Comentários

O exame direto a fresco é um método indicado principalmente para a pesquisa de trofozoítos de protozoários em fezes diarréicas recém emitidas (no máximo 30 minutos após coleta). Outras formas de parasitas podem ser encontrados.

Método

Direto a fresco

Condição

Fezes recente (sem conservantes). Cerca de metade do volume do frasco próprio para fezes.

Colher de preferência as fezes liqüefeitas (diarréicas) e porções contendo muco e sangue.

Enviar no máximo até 30 minutos após a coleta.

Não refrigerar.

IDENTIFICAÇÃO DE HELMINTOS E FRAGMENTOS

Comentários

A identificação macroscópica é útil no diagnóstico das diversas infestações parasitárias. Permite a verificação de proglotes de tênias, oxiúros, áscaris e necátor.

Método

Macroscopia – Microscopia ótica direta e H.P.J.

Condição

Vermes adultos, larvas ou fragmentos de vermes isolados ou junto com as fezes.

MÉTODO SWAB ANAL – OXIÚROS

Comentários

É a metodologia de escolha para o diagnóstico da enterobiose, pois o Enterobius vermiculares (oxiúros) não faz postura dos ovos na luz intestinal, mas sim na região perianal no período da noite.

Método

Pesquisa direta por microscopia ótica

Condição

1 swab retal + 1 lâmina com fita gomada (fixar fita durex sobre lâmina limpa e desengordurada, evitando dobras e bolhas de ar).

Fazer coleta pela manhã antes do cliente defecar ou tomar banho (não fazer assepsia). Não usar nenhum medicamento no local.

Enviar rapidamente ao laboratório.

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